PRETTY BOY | Tiago Riani fala um pouco do seu trabalho para as leitoras da AMORA

Por Deborah Peleias
Por Deborah Peleias  |  ENTREVISTA PUBLICADA NA EDIÇÃO IMPRESSA NÚMERO 10

AMORA foi em busca desse moço especial que tanto nos orgulha pelo talento e beleza. Ah, estamos falando de Tiago Riani, quem não se lembra dele, hem? O garoto arrancou suspiros de muita menina da cidade, e agora parte corações em Los Angeles, mas antes abalou a Europa, Roma, mais especificamente.

Modelo desde a adolescência, seu sonho era trabalhar em Hollywood como ator, o que buscou com muita determinação para tornar realidade. E Tiago estrelou dois longas-metragens para estrear nos cinemas, primeiro nos Estados Unidos, e em 2015 nas telas brasileiras: Vlado, que conta a história do jornalista brasileiro Vladimir Herzog, e The Longest Ride, no qual contracena com nomes de peso da indústria cinematográfica americana, como Alan Alda, Lolita Davidovich, Oona Chaplin e Scott Eastwood. Nesta entrevista exclusiva para AMORA, ele refez a sua trajetória profissional e pessoal, fazendo questão de citar todas as pessoas que o ajudaram a conquistar os seus sonhos, desde os pequenos desfiles de grande sucesso em Rio Claro, realizados pelo amigo descolado de suas tias Mariliza e Marilaine, Jerdes Andrade, e por seu tio Pedro Riani, para a malharia Quintal, no Clube de Campo, no Shopping Rio Claro, no Grêmio, no Ginástico, até nos grandes castings em São Paulo e Rio de Janeiro, que o levaram para as passarelas europeias em desfiles da Giorgio Armani, Gianfranco Ferrè, Dolce & Gabbana, Romeo Gigli, Prada, e Cavalli.

Um contrato com a agência L.A.Models/L.A.Talent o levou para mais próximo de seu sonho, morar e trabalhar em Los Angeles, a meca do cinema, onde estuda teatro e trabalha. Na foto com o ator Scott Eastwood.

Há quanto tempo está morando nos Estados Unidos, mais exatamente em Los Angeles, e o que o levou para lá?

Comecei a “ir e vir” mesmo no final de 2005, mas por problemas burocráticos com o visto de trabalho, acabei me mudando de vez no final de 2008.

Quais são os projetos que você está desenvolvendo atualmente, tanto na carreira de modelo quanto na de ator?

Acredito que nunca deixarei de ser modelo mesmo com a carreira de ator começando a engrenar legal, afinal quem nunca viu atores fazendo campanhas, comerciais e desfiles, e vice-versa! Aqui sempre fiz comerciais, campanhas, catálogos, mas meu foco em Los Angeles esta no acting mesmo, principamente porque se fosse para modelar sério, aqui não é o “canal”, senão eu voltaria para Paris, Milão, Nova York. Eu sempre digo que LA e NY se comparam com Rio e São Paulo, as quatro cidades têm de tudo, mas LA e Rio são mais fortes nos setores de TV e cinema, e NY e São Paulo são mais fortes em fashion, modeling, business, teatro, Broadway. Agora para a surpresa de algumas pessoas, há muito tempo sou fotógrafo e também estou começando na cinematografia e videografia e dirigi alguns music vídeos.

Como você definiria hoje a sua carreira?

Apenas começando! Finalmente depois de muito suor, lágrimas, persistência, dedicação, meu green card americano foi expedido no finalzinho do ano passado; então, foi neste ano que as coisas realmente começaram a acontecer, e se Deus quiser, muita coisa boa está por vir!

E do passado no Brasil e em Rio Claro mais especificamente, quais recordações lhe fazem feliz?

Sao inúmeras!!! Graças a Deus eu tive a sorte de ter nascido em meio a uma família muito grande, muito linda e unida, avós, pais, irmãos, tios, primos, e a oportunidade de ter feito amigos verdadeiros, pessoas de muito bom caráter. As recordações de todos e todas as bagunças que já aprontamos juntos me deixam muito feliz – na casa dos avós, nas piscinas e quadras do Clube de Campo, na quadra de basquete do Ginástico, nas aulas da Orquestra Sinfônica e de teatro com Jefferson Primo no Centro Cultural, nos intervalos do Puríssimo, nos corredores do Joaquim Ribeiro, nas noites do Cia Pulista, do Madalena, dos forrós nas festinhas das repúblicas dos estudantes da Unesp, tomar um suco turbinado no Seu Moço!

O que o faria voltar a morar no Brasil?

Olha que a saudade de tudo e todos é tão grande que isso já seria uma ótima razão, mas para eu voltar mesmo, somente com trabalho bacana fechado, atuação e, claro, TV, cinema e provavelmente algo mais concreto, como uma novela, um seriado, por exemplo, onde ainda dá para se manter um nível e uma qualidade de vida financeiramente mais segura, porque o Brasil não está brincadeira não… 

Mande uma mensagem para as suas fãs brasileiras e rio-clarenses LEITORAS DA AMORA que morrem de saudade de você :

Nunca deixem de sonhar, seus sonhos as fazem crescer, as fortalecem, abrem caminhos que, às vezes, nunca antes imaginamos. Acredite em seus instintos e nunca desista de seus sonhos, porque é melhor passar uma vida em busca deles do que uma vida sem sonhar. Com carinho para vocês!

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