MEU PET | DÉBORA NARDELLI: UMA VIDA EM MINHA VIDA

Por Revista AMORA

Profissionais de diversas especialidade da área da saúde conhecem os benefícios da terapia assistida por animais (TAA), que consiste em tratamentos nos quais os animais são coterapeutas no auxílio à recuperação de pacientes.

Minha história

Debora Nardelli, auxiliar administrativa que passou por um momento muito delicado de saúde. Em junho de 2013, ela teve Síndrome do Pânico, depressão e Síndrome das Pernas Inquietas, um distúrbio do sono, e está até hoje em tratamento. “Em dezembro desse mesmo ano tive uma recaída da depressão e aí veio o desejo de adotar um animalzinho para me fazer companhia.

Alternativa certeira

Com a ajuda de minha amiga Cintia Rizzi e de minha mãe, em fevereiro de 2014 visitei o canil municipal em um fim de semana. Lá encontrei três irmãzinhas que tinham sido abandonadas e logo gostei da pretinha com uma pinta na língua. Voltei na segunda-feira e a pretinha foi a que me escolheu. Dei-lhe o nome Vida, porque seria uma mudança na minha vida naquele momento e a oportunidade daquele animal abandonado ter uma nova vida fora daquele canil”, conta Debora.

Amor gratuito e verdadeiro

O que ela encontrou foi muito mais do que uma companheira para o seu dia a dia, “ela me trouxe a alegria de volta; alegria de querer voltar pra casa no fim do dia, de acordar e sair de casa para um passeio, porque a Vida adora a liberdade, faz amigos facilmente, é amorosa, mansa, companheira e recentemente descobri que ela é um excelente cão de guarda.  Uma troca de amor e carinho que só faz bem”.

Um conselho

Com essa experiência tão positiva, Debora aconselha primeiro que as pessoas adotem um animal com responsabilidade. “Eu só adotei quando tive certeza que estava preparada, porque exige responsabilidade. Acho que para as pessoas que moram sozinhas o bicho de estimação é uma ótima companhia, e fazer tratamento adequado e atividade física são essenciais no processo de cura de doenças como as minhas. Hoje não vivo sem a minha Vida ou com qualquer outro animal de estimação, principalmente porque na casa dos meus pais sempre tivemos animais”, finaliza Debora.

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