INTERCLIN | Aparelhos auditivos para quem não é surdo!

Por Luis Bertin
Por Fga. Tirzah Spadari

A nossa sociedade cultiva o mito da eterna juventude que se torna sinônimo de valor, mérito, promessa e perspicácia, mas o processo de envelhecimento é progressivo, degenerativo e universal nas espécies.

Mas a idade cronológica não está diretamente correlacionada à idade biológica, pois um aspecto psicológico importante da velhice é a capacidade das pessoas se adaptarem e empreenderem ações que levem a um novo equilíbrio nessa fase.

Desta forma, tudo o que for possível fazer em cada etapa da vida deve ser feito, já que cada momento é único, lembrando que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que o Brasil poderá ter 19 milhões de pessoas com mais de 80 anos em 2060.

A tecnologia das soluções audiológicas evoluiu muito e nunca foi tão fácil para as pessoas com alguma “perda auditiva” voltar à sua rotina. Quando dizemos pessoas com alguma “perda auditiva” queremos dizer que não podemos deixar essa perda auditiva evoluir para a surdez para só então realizar alguma intervenção. Isso porque o grau da perda auditiva não está relacionado diretamente com as queixas do paciente. O adulto que adquire deficiência auditiva necessita de suporte adequado para lidar com as privações provenientes dessa desvantagem sensorial, que acaba comprometendo várias facetas da sua vida. A deficiência auditiva apresenta implicações no desenvolvimento das funções comunicativa e psicossocial do adulto, as quais podem variar de pessoa para pessoa, pois é difícil de se predizer o impacto da perda auditiva para cada indivíduo. Primeiro, pelo grande número de causas etiológicas das perdas auditivas e, segundo, porque as consequências se inter-relacionam com outros aspectos individuais, produzindo efeitos diferentes em cada pessoa.

Aparelhos não foram feitos para surdos, assim como óculos não foram feitos para cegos

Os problemas de audição não estão apenas relacionados com o envelhecimento, mas com históricos de bom ou mau uso dos ouvidos, incluindo aspectos como ruídos, medicamentos, alterações metabólicas, hereditariedade, estresse e vários fatores que interferem negativamente na boa audição.

Usar aparelho auditivo já não é complicado e indiscreto como antigamente. Hoje, eles são tão pequenos que passam despercebidos, enquanto a qualidade da reprodução de som é altíssima, permitindo ao usuário compreender bem a fala em ambientes ruidosos e, assim, realizar com muito mais qualidade relações interpessoais e de comunicação.

Os problemas de audição não estão apenas relacionados com o envelhecimento, mas com históricos de bom ou mau uso dos ouvidos, incluindo aspectos como ruídos, medicamentos, alterações metabólicas, hereditariedade, estresse e vários fatores que interferem negativamente na boa audição.

Usar aparelho auditivo já não é complicado e indiscreto como antigamente. Hoje, eles são tão pequenos que passam despercebidos, enquanto a qualidade da reprodução de som é altíssima, permitindo ao usuário compreender bem a fala em ambientes ruidosos e, assim, realizar com muito mais qualidade relações interpessoais e de comunicação.

Desta forma, a fonoaudiologia tem como objetivo a intervenção na terceira idade para detectar e amenizar aspectos que possam ocasionar barreiras na socialização do idoso, e prevenir ou reabilitar afecções que já estejam instaladas.

A seleção e adaptação de aparelhos auditivos atualmente apresentam uma infinidade de possibilidades para a melhoria da comunicação e qualidade de vida da pessoa. Aparelhos auditivos cada vez mais tecnológicos, realizando a leitura do ambiente onde a pessoa se encontra e fazer milhões de cálculos por segundo, para gerar conforto em ambiente ruidoso, melhorar a compreensão de fala, focar a direção do falante à sua frente, além de possibilitar que o sinal de telefone seja ouvido automaticamente em ambas as orelhas, a assistir a “lives”, suprir ruídos de vento, amortecer sons desconfortáveis e vários recursos e benefícios.

Mas toda essa tecnologia só funciona se houver alegria, esperança, motivação, vontade de querer viver! Para isso, estamos sempre nos atualizando e acreditando que os idosos são o nosso maior patrimônio, são a memória de todos nós, ou apenas jovens que viveram muito e não desistiram dos seus sonhos e ideais.

Conte conosco, profissionais da Interclin, porque trabalhamos com amor e seriedade para o seu bem-estar.

“Ninguém envelhece meramente porque viveu um número de anos. Pessoas envelhecem quando desistem dos seus ideais. No fundo do coração há uma câmara de recordações e quanto mais mensagens de beleza, esperança, alegria e coragem nela existirem tanto mais jovem será. Quando as mensagens forem tristes e o coração coberto pela neve do pessimismo e pelo gelo do cinismo, então, e somente então, você terá envelhecido.”

Douglas Mc Arthur

Avenida 21 | 320 | Cidade Jardim | fone: (19) 3534.5834 | tirzahspadari@hotmail.com

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3 Comentário

Nice 30 de outubro de 2020 - 17:54

Adorei seu site (ou como ele se chame). PARABÉNS 👏👏👏👏

Resposta
Maria Ap. Artur 30 de outubro de 2020 - 18:59

Amei minha fono querida. Obrigada por nós incentivar com estas sábias palavras. Deus a abençoe 🙏

Resposta
Cristina 3 de novembro de 2020 - 10:20

Excelente matéria!! Parabéns à fga Tirzah!!👏👏

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